O PARTO DA PUTA !!!
O pobre quando quer ser solidário sempre se lasca. Coitado!
O cara está preso na delegacia, todo arrebentado....
O advogado comparece para libertá-lo, e pergunta o que
havia acontecido. O cliente começa a explicar:
- Bem, eu estava passando na rua e de repente, vi um monte
de gente correndo.
Estavam socorrendo uma prostituta, que acabava de parir um lindo menino.
Solidário, comprei um pacote de fraldas para presentear a prostituta.
Então, quando voltava um PM, com 2 metros de altura se aproximou, e vendo o
pacote de fraldas nas minhas mãos, perguntou:
- Pra onde vai isso?
E eu respondi:
- Vai pra puta... que pariu...
Depois disso, não me lembro de mais nada...
...Mas já estou conseguindo abrir um olho !!!
domingo, 24 de julho de 2011
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Meu querer
Eu quero
Montar em seu cangote
E a galope
Voar feito um gavião
E nunca me diga não
Pois assim terá que ser
E se posso amar você
Nosso mundo é perdição
Perdidos no fugidio
De uma cascata em flor
Aumento o meu amor
Quando vislumbro você
Mas entenda bem o que disse
Pois esse disse-me-disse
É balela pra não se guardar
Assim
Quando a gente se amar
No luar lá do sertão
Casarei contigo então
E nunca mais vou te esquecer.
Josue Ramiro Ramalho
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Ilusão
ILUSÃO
As vezes
Pego-me roubando sonhos
As vezes
Observo a lua me flertando
As vezes
Penso adocicar vidas
O meu rútilo coração
Denota dubiedades
Pois já não discerne
O falso da realidade
Ilusão
É afastar de mim as noites desassistidas
Ilusão
É pular os dias de sorrisos que passei
Ilusão
É negar o retorno de minha insanidade
Então rotulo
O abstrato de ilusório
A tristeza de afã
A infamia de amiga
A pobreza de intimidade
Minha maior ilusão
É pensar que o tempo para
O tempo não para não
A vida adormece!
Em meio ao furor, ilusão, temor, tempestade
Minhas noites são dias que não acontecem
Somos todos pedaços de um quase nada
Quando agregados
Somos ira, lembranças, sorrisos, pecados
Somos morte!
E antes que a infinita estrada se acabe
Vamos praticar ilusões em nós mesmos
Assim
Poderemos sentir ainda o perfume das flores
Que se esvairam
No percurso das nossas maiores ilusões.
Josue Ramiro Ramalho
As vezes
Pego-me roubando sonhos
As vezes
Observo a lua me flertando
As vezes
Penso adocicar vidas
O meu rútilo coração
Denota dubiedades
Pois já não discerne
O falso da realidade
Ilusão
É afastar de mim as noites desassistidas
Ilusão
É pular os dias de sorrisos que passei
Ilusão
É negar o retorno de minha insanidade
Então rotulo
O abstrato de ilusório
A tristeza de afã
A infamia de amiga
A pobreza de intimidade
Minha maior ilusão
É pensar que o tempo para
O tempo não para não
A vida adormece!
Em meio ao furor, ilusão, temor, tempestade
Minhas noites são dias que não acontecem
Somos todos pedaços de um quase nada
Quando agregados
Somos ira, lembranças, sorrisos, pecados
Somos morte!
E antes que a infinita estrada se acabe
Vamos praticar ilusões em nós mesmos
Assim
Poderemos sentir ainda o perfume das flores
Que se esvairam
No percurso das nossas maiores ilusões.
Josue Ramiro Ramalho
sábado, 16 de julho de 2011
sábado, 9 de julho de 2011
A C I N T E
Quem é a criança pelada na rua?
Uma infancia à toa, descalça e crua
Ninguem sabe quem é
Chora com fome
Não tem nome
Deve ser homem
Mas pode ser mulher
Levanta à mão pedindo uma grana
Alguem finge e, com ilusão a engana
É uma gente sacana
Afinal o que quer?
Levá-la presa para a autoridade
Coisas das grandes cidades
Não tem registro, identidade...
Não tem idade!
Será mais uma presa da autoridade
E ninguem sabe quem é
Não viverá o bastante
Desaparece à míngua
Nas grandes cidades...Pedinte! Acinte!
Calam sua língua!
E quem, vai sentir sua falta?
Criança jogada na rua é calamidade
É perturbação no sistema
É caso da autoridade
Principalmente nas grandes cidades
Sem ter segredos, morrerá tão cedo
Cheia de medos mas...
Ninguem vai sentir sua falta.
Josue Ramiro Ramalho
Uma infancia à toa, descalça e crua
Ninguem sabe quem é
Chora com fome
Não tem nome
Deve ser homem
Mas pode ser mulher
Levanta à mão pedindo uma grana
Alguem finge e, com ilusão a engana
É uma gente sacana
Afinal o que quer?
Levá-la presa para a autoridade
Coisas das grandes cidades
Não tem registro, identidade...
Não tem idade!
Será mais uma presa da autoridade
E ninguem sabe quem é
Não viverá o bastante
Desaparece à míngua
Nas grandes cidades...Pedinte! Acinte!
Calam sua língua!
E quem, vai sentir sua falta?
Criança jogada na rua é calamidade
É perturbação no sistema
É caso da autoridade
Principalmente nas grandes cidades
Sem ter segredos, morrerá tão cedo
Cheia de medos mas...
Ninguem vai sentir sua falta.
Josue Ramiro Ramalho
terça-feira, 5 de julho de 2011
Ma que barbada uai!
BRASIL: País das injustiças, Terra da impunidade, Berço da Corrupção.
O povo brasileiro queria mudança no código civil para se adequar as novas situações por que passa a realidade brasileira. A corrupção impune, os crimes impunes, as injustiças prosseguindo como se não houvesse justiça no país. Diga-se de passagem: lenta, muito lenta. É assim a nossa dita justiça, quando anda no sentido de se "fazer justiça", anda mesmo a passo de tartaruga. Não podemos afirmar com convicção se é falta mesmo de empenho desse ministério ou problemas no congressozinho. Nenhuma coisa nem outra funciona para o bem a que foram criados. Mas como o povo exigia uma reforma no código, tá aí: "UMA LAMBANÇA DAQUELAS". Quem rouba, quem mata, quem furta, quem corrompe, quem se corrompe... Não pagarão mais a pena prevista. Pagarão algumas moedinhas e pode voltar a praticar os mesmos atos delituosos. Então é isso que se chama justiça? Brasil: país das injustiças, terra da impunidade, berço da corrupção; tem alguma coisa errada nessa frase aí? Mas pode acreditar; se algum ladrão, assassino, bandido, corrupto ou qualquer forasteiro chegar aqui cometendo delitos ou for procurado em seu pais de origem, certamente receberá guarida, emprego, terá suas despesas pagas e será protegido por uns tantos que com eles compactuam das mesmas sentenças. Temos um grande exemplo aí: Um foragido, cassado, criminoso na Italia está no bem bom por aqui por essas terras tupiniquins: empregado,recebendo alto salário, protegido pelo "GUNVERNO" e com todas as despesas pagas não sei por quem. Enquanto isso o povinho daqui continua sendo enganado pelas falsas propagandas. Essas que afirmam que tudo está muito bem por aqui. Até quando vamos compactuar com essas coisas meus brasileirinhos?
O povo brasileiro queria mudança no código civil para se adequar as novas situações por que passa a realidade brasileira. A corrupção impune, os crimes impunes, as injustiças prosseguindo como se não houvesse justiça no país. Diga-se de passagem: lenta, muito lenta. É assim a nossa dita justiça, quando anda no sentido de se "fazer justiça", anda mesmo a passo de tartaruga. Não podemos afirmar com convicção se é falta mesmo de empenho desse ministério ou problemas no congressozinho. Nenhuma coisa nem outra funciona para o bem a que foram criados. Mas como o povo exigia uma reforma no código, tá aí: "UMA LAMBANÇA DAQUELAS". Quem rouba, quem mata, quem furta, quem corrompe, quem se corrompe... Não pagarão mais a pena prevista. Pagarão algumas moedinhas e pode voltar a praticar os mesmos atos delituosos. Então é isso que se chama justiça? Brasil: país das injustiças, terra da impunidade, berço da corrupção; tem alguma coisa errada nessa frase aí? Mas pode acreditar; se algum ladrão, assassino, bandido, corrupto ou qualquer forasteiro chegar aqui cometendo delitos ou for procurado em seu pais de origem, certamente receberá guarida, emprego, terá suas despesas pagas e será protegido por uns tantos que com eles compactuam das mesmas sentenças. Temos um grande exemplo aí: Um foragido, cassado, criminoso na Italia está no bem bom por aqui por essas terras tupiniquins: empregado,recebendo alto salário, protegido pelo "GUNVERNO" e com todas as despesas pagas não sei por quem. Enquanto isso o povinho daqui continua sendo enganado pelas falsas propagandas. Essas que afirmam que tudo está muito bem por aqui. Até quando vamos compactuar com essas coisas meus brasileirinhos?
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